
Como filha aprendia os ofícios de uma mulher do lar para exercer quando se casasse e passar às suas filhas o comportamento de uma mulher, cuidar da casa, dos filhos e do marido, e qualquer problema sucedido com um destes, a culpa sobrecarregava a consciência dela.
Após alguns sutiãs queimados em busca da igualdade sexual, as mulheres deixaram de ser somente as donas do lar e assumiram o papel de trabalhadoras, ainda assim não tinham o que queriam, os salários eram mais baixos que os dos homens e o reconhecimento não eram dignos nem de uma comparação.
Numa sociedade machista como a brasileira, herdada pelos portugueses, elas são tratadas como o sexo frágil, embora tenham mostrado o tamanho da sua força lutando por essa igualdade, e conseguindo.
Tem pouco tempo (e muitos sutiãs queimados) que as mulheres conquistaram mais espaço, são prefeitas, deputadas, ministras, empresárias, professoras, médicas, juízas advogadas, com muita credibilidade e tratadas de igual para igual com um homem, sem olhares retorcidos, porque conquistaram o seu espaço, e mesmo assim não deixam de ser mães cuidadosas e esposas atenciosas com seus maridos e casa.
Embora já alcançaram muitas vitórias a luta pelos seus direitos de igualdade é constante para que ela prevaleça, afinal, perante a lei todos são iguais.
@cruzdhe

